Como resultado do aumento de atentados e catástrofes naturais, se está dando uma maior atenção aos planos de evacuação hospitalar. É absolutamente necessário garantir o bem-estar e a integridade física dos pacientes hospitalizados, especialmente aqueles que se encontram na Unidade de Cuidados Intensivos (UTI), em caso de uma possível emergência causada por um agente externo ou interno, como por exemplo um incêndio.

Embora seja bastante improvável que um hospital tenha de ser completamente evacuado, é necessário ter um plano de evacuação integral que garanta a segurança dos afetados em caso de catástrofe. Este plano tem de estar perfeitamente definido e ser conhecido por todo o pessoal de saúde. Além disso, é absolutamente necessário realizar simulações periodicamente como forma de treinamento.

Como funciona um plano de evacuação hospitalar?

Os planos de evacuação têm de estar perfeitamente definidos para que se possa agir o mais rapidamente possível em caso de emergência. Quanto mais rápida a evacuação, maior será a taxa de sucesso da mesma.

Existem várias diretrizes a seguir na hora de realizar uma evacuação hospitalar com sucesso:

  1. O pessoal de saúde tem de ter formação em prevenção e controle de riscos.
  2. Em caso de risco, a evacuação tem de ser realizada de forma ordenada e sempre cumprindo com o protocolo de ação.
  3. Será necessário estabelecer uma ordem de prioridades na altura de evacuar os pacientes, ou seja, uma triagem. Aqueles que se encontrem em condições mais graves são os primeiros a abandonar o edifício, de modo a estabilizá-los o mais rápido possível.
  4. Definir o local onde a evacuação ocorrerá. É muito importante ter um lugar para transferir os doentes. Normalmente se trata de outra ala no mesmo hospital, que é conhecida como “evacuação horizontal”. Esta transferência deve garantir que o paciente receba todos os cuidados, bem como o suporte vital necessário para que sua saúde não seja prejudicada. 

Prevenção: a chave para um plano de evacuação bem sucedido

A dificuldade em evacuar um hospital é muito superior a outros edifícios, porque existem muitas pessoas que se encontram gravemente doentes ou com problemas de mobilidade. Precisamente devido a esta desvantagem, a prevenção se torna um elemento totalmente necessário nos protocolos de evacuação hospitalar.

Prevenir atentados e catástrofes naturais é praticamente impossível, mas é possível concentrar na prevenção de desastres acidentais, como incêndios ou liberação de poluentes.

No caso da prevenção de incêndios, é necessário que o hospital cumpra uma série de requisitos:

  • Tem que dispor de equipamentos e sistemas necessários para detectar e apagar o fogo na sua forma mais incipiente (alarmes contra incêndios, extintores, mangueiras, etc.).
  • Setorização. É essencial que as diferentes áreas do hospital possam ser delimitadas, especialmente aquelas mais suscetíveis ao fogo (cozinhas, lavanderia, áreas com um elevado número de equipamentos conectados à corrente elétrica…). Os materiais com os quais um hospital é construído ou remodelado têm de ser à prova de fogo, no entanto o mais importante é dispor de um sistema de corta-fogo, ou seja, se torna indispensável ter portas resistentes ao fogo.
    • As portas resistentes ao fogo da Manusa cumprem a função de isolar o fogo de uma sala de outra anexa, impedindo sua propagação, delimitando espaços dentro de um mesmo edifício e aumentando a segurança. Este tipo de porta atua por 30 ou 60 minutos, impedindo que as chamas e os gases passem de uma sala para a outra, deixando tempo suficiente para evacuar o edifício.
  • Evacuação. Além de dispor de portas resistentes ao fogo, é imprescindível que os acessos e saídas do hospital estejam preparados para evacuar pacientes e profissionais de saúde da forma mais rápida e ágil possível. Para poder realizar a evacuação no menor tempo possível, é necessário que as instalações tenham portas automáticas para evacuação.
    • Manusa tem portas especiais com sistema antipânico integral para a evacuação de grandes superfícies, como hospitais. Estas portas combinam a funcionalidade das portas automáticas com a possibilidade de pivotar as folhas, oferecendo um grande espaço de passagem que garante uma rápida evacuação das instalações sob maior segurança.
  • Acessibilidade. Os centros hospitalares têm de ser o mais acessíveis quanto possível; as entradas e saídas têm de estar limpas e sinalizadas para que os bombeiros possam acessar ao interior o mais rápido possível. Por outro lado, é necessário que o interior do edifício também tenha assinalado corretamente as saídas de emergência, bem como os extintores de incêndio ou outros sistemas de detecção e prevenção de incêndios.